2011
05.09
05.09
Uma tarde bem passada onde 70 meninos e graúdos, se perderam pelos jardins Centro de Artes a piquenicar, a poetizar, a documentar e como não podia deixar de ser a tocar Sininhos a rebate à procura do Peter Pan.
Brincadeiras à parte, muito obrigado a todos os que no último domingo ajudaram a povoar este jardim e a fazer-nos acreditar ainda mais no potencial dos espaços do Centro de Artes. Também um outro muito obrigado à Casa Ruim (Publicações), ao Jorge Castro (organizador da sessão de poesia), à Susana Valadas (sumos) e ao Tomás Opinião e ao Sal (documentário).
Esperemos que de futuro, se venham a realizar mais eventos neste espaço.
Este evento que contou com o apoio do IPJ, ADJCR, Câmara Municipal das Caldas da Rainha assim como apoio logístico do Centro de Artes.




foto: Sal Nunkachov

foto: Sal Nunkachov

foto: Sal Nunkachov
AMEI*
(bela tarde)
B:))
O prazer também foi nosso, claro, e permito-me falar em nome de quantos me acompanharam na sessão da poesia, a troco de nada mais que a fruição poética e a partilha.
Os espaços públicos devem ser isso mesmo: públicos. E para o serem redondamente é necessario que o público os frequente, ou não passarão de espaços desertos.
A minha casa chamo os meus amigos. Todos os autarcas devem ter artes de saber chamar às «suas» casas, que são de todos mas que lhes estão provisoriamente entregues, aqueles que possam desenvolver afecto com esses lugares, para que também se venham constituindo como amigos… Enfim, o voto passaria a ter outra substância e, porventura, muito mais saborosa.
As coisas acontecem quando as vontades se juntam.
Uns querem e criam espaços e ambientes, outros vieram e usufruíram numa harmonia onde todos se sentiram bem num espaço que é público e foi do público.
As artes devem ter voz activa na cidade, que tem o privilégio de ter como emblema a praça da fruta que não é mais do que quadros vivo de rostos que Malhoa pintou e que Bordalo moldou em seres vegetais.
O Centro de Artes e a Escola de Superior de Artes e Design, não caíram na cidade vindas do nada, há História e a História enriquecesse com cultura que está onde a vontade de fazer existe, especialmente entre museus que devem ser espaços vivos com vida dentro…
Estou convicta que será esse o objectivo, das obras no Centro de Artes das Caldas da Rainha.
Foi uma convidada do Jardim do Nunca, gostei, quero mais :)))